A principal causa dos acrocórdons ainda não é totalmente compreendida, mas fatores como predisposição genética, atrito contínuo na pele, obesidade e resistência à insulina têm sido associados ao seu desenvolvimento. Eles são mais comuns em áreas onde a pele se dobra, como axilas, pescoço, virilhas, pálpebras e área sob os seios.
O tratamento de acrocórdons geralmente não é necessário a menos que causem desconforto significativo, estejam inflamados ou sejam considerados indesejados por razões estéticas. No entanto, se a remoção for desejada, existem várias opções disponíveis:
Cirurgia: a remoção cirúrgica dos acrocórdons pode ser realizada por um dermatologista em consultório. O procedimento é geralmente rápido e relativamente simples.
Cauterização: a cauterização envolve o uso de calor para queimar o acrocórdon. Esse método é muito eficaz.
Crioterapia: a crioterapia utiliza nitrogênio líquido para congelar o acrocórdon, levando à sua eventual queda. Esse método é menos invasivo do que a cirurgia, mas pode ser necessário mais de uma sessão para obter resultados satisfatórios.
É crucial consultar um dermatologista antes de tentar remover acrocórdons por conta própria, pois métodos caseiros inadequados podem levar a infecções ou cicatrizes. Além disso, qualquer mudança na aparência de um acrocórdon, como sangramento, alteração na cor ou aumento rápido de tamanho, deve ser avaliada por um profissional de saúde, pois pode indicar uma condição médica subjacente.
Em suma, enquanto os acrocórdons são frequentemente inofensivos, o tratamento pode ser considerado por razões estéticas ou de conforto. A consulta a um dermatologista é essencial para determinar a melhor abordagem de remoção, garantindo segurança e eficácia.